Viajando pelo seus sonhos.

Jcosta.



Nome.

Nem deu tempo de se falar.

Pois segundo o dito.

Por necessidade de se complementar mais parecia um esfomeado que um ser normal desses que se descartam todos os dias na lixeira da esquina.

Engraçado que ao entrar no seu sonho sentia me como a pisar em ondas tão fofas e bucólicas.

Que me indicavam a direção.

Como um mandante fiz de suas ideias as minhas.

Deliciando me de sua esperteza.

Seus gostos sussurros e desalinho.

Cabelos disglingolados e um taco de saia arrastando se pelo chão.

Mas como nem tudo era desgosto enrolei me no seu perfume.

Uma flagrância de rosa rubla a invadir todo o entorno de certa encruzilhada.

Foi ai que o destino confabulou para que abrisse uma amizade.

E como tão nova e bela, pois os sonhos nos tolda a visão.

Pelo tato de uma epiderme tão suave e fina.

Fiz de conta que a própria canada do leite ou um rebuçado de avenca.

Ou para mais hora pois.

Quem sabe um fuso de algodão.

Onde a Senhora pisava com suavidade no tapete de papel de seda branca aberto com satisfação.

E como segundo o dito.

Não se deite a fora o apoquentar.

Fiquei bem quietinho no sonho que não era o meu.

Isprigçar sem tempo para se levantar.

Tudo que queria flutuando pelos astros buscando palavras para vos traduzir.

Concepção.

Energia conectada interagindo com o meu coração.

Como foi bom invadir os seus sonhos.

Apegaua

 

 

 

  • Autor: Jcosta. (Offline Offline)
  • Publicado: 6 de abril de 2026 06:07
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 1


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.