Rio.
Sopros livres
sob as areias do deserto.
Águas cristalinas.
Correntes.
Tempo atravessa
a pele, cede.
O rubro pulsa.
Brotam
fios de tensão
no movimento das ondas.
Danço ou luto,
nas forças do mar.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 30 de março de 2026 08:01
- Comentário do autor sobre o poema: O movimento de existe sempre seguindo como as ondas do mar. A fluidez do caos.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 6

Offline)
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