Dissolvendo,
Existindo,
Renovando.
Quando a noite ruir,
O alvorecer reinar,
O amor sucumbir,
O barulho ronronar.
Mil raios e trovões,
Rasgam minhas letras,
Meus versos sangram,
Gritam e cantam, suaves.
Meus dias mórbidos,
Cheios de vida, de amor,
Onde estou? Que fases?
Luto por tudo, pelo simples.
Cartola na cabeça,
Calmaria e paz,
Por um momento,
Ainda é cedo, contudo tarde.
Resolvo minha vida,
Mas o mundo é um moinho,
Gira e leva, trás e retira,
Que abismo me encontra?.
-
Autor:
TheLira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de março de 2026 03:57
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.