Como posso dizer que te esqueci se, enquanto estou sozinha, tua voz me encontra;
Como posso dizer que te deixei ir, sendo que, toda vez me pego pensando em nos;
Como posso desejar-te, se já amas a outra;
Como posso amar-te, com teus olhos brilhando mais que o céu azul e as estrelas noturnas ao vê-la;
Todos os dias, acordo com teu maldito nome ecoando em minha mente;
Fostes tarde, cafajeste...
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Autor:
𝙿𝚘𝚎𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚍𝚎𝚜𝚒𝚕𝚞𝚍𝚒𝚍𝚊 (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de março de 2026 14:31
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é meio q um grito tentando sair de minha garganta, é como uma criança aprendendo a andar, um grito que foi abafado =D
- Categoria: Carta
- Visualizações: 18
- Usuários favoritos deste poema: Mayck
- Em coleções: Desabafos de um poeta.

Offline)
Comentários1
não guarda o que dói no peito, nem o nó preso na voz.
transforma em verso e veja a mágica do passado indo em bora
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