Ainda que cansado, eu levo
Levo a vida como possível
Seguro as rédeas com força
Ignoro a dor dos calos
E me calo.
Outro dia, vai e volta
Programado como máquina
Seguro firme no batente
A semana passa e nem reparo
Não paro
Não, não, não
Devaneios no expediente
Mente por um fio
Cobrança infinda no ofício
Recolho o resto de mim
Aos poucos…
O que me torno?
E retorno.
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Autor:
unknown lover (
Offline) - Publicado: 28 de março de 2026 23:39
- Comentário do autor sobre o poema: Incessante e corrosivo
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 9

Offline)
Comentários1
Um poema que parece conversar com quem o leitor.
Abraços
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