Como um palanque fincado
No solo seco do norte
É sertanejo e doutor
Não nessecita de sorte
É criador de histórias
É trovador de cordéis
Na criação de seu mundo
Se vê caneta e papéis
Pra retratar seu nordeste
Lhe abunda imaginação
Pois viu Chicó e João Grilo
Sair de dentro do livro
E habitar corações
Um erudito tão leigo
Que bela genialidade !
Um leigo tão erudito
Que escreveu na história
A essência da humanidade
Ele partiu deste mundo
Mas, deixou seu legado
Ariano Suassuna
Ariano meu chegado.
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Autor:
Fael (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 28 de março de 2026 13:51
- Comentário do autor sobre o poema: Ao autor e consumador da minha vocação poética Ariano Suassuna
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
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