Entre os doze emissários
Mesa de humano calor
Em cada taça empunhada
Um punhado de amor.
É aquela sexta feira
Do beijo da traição
Canta o galo madrugada
Ao amigo perguntado
Respondido diz que não!
Tem chicóte estralando
No lombo do cordeirinho
Suporta a dor calado
Suporta a dor sozinho.
Bem no centro do madeiro
Pregado é estendido
O que disse : haja luz
Vê a sua luz sumindo
um dizer e um suspiro
Encerra todo esse martírio
Mas três dias depois
Alguém diz: Ele tá vivo!
-
Autor:
Fael (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de março de 2026 21:13
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.