Palavras - XVIII
Dou-te a minha palavra
não seria mais cauteloso....
emprestar?
não, não...
dou-te a minha palavra
prefiro dar
mas se dás ficas sem ela
e como poderás de novo
dar a palavra
a outra pessoa?
boa!
tens razão!
sendo assim já não te dou a minha palavra
mas... se emprestar não faz sentido...
como fazes para ma devolver?
estou perdido...
pronto
dá-me lá a tua palavra
eu aceito
tu deves ter uma reserva de palavras
suficiente para dares a tua palavra
várias vezes
Claro!
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Autor:
Arthur Santos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de março de 2026 17:54
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 54
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários3
Nossa tenho um medo danado dessa afirmação de que te dou.
Começa com palavras por me lembrar do velho capitão.
Que sempre que pegava um clandestino a bordo, gritava aos bons som.
Ou da ou desce.
Amigo Poeta, tome cuidar ao dar ou a receber e fique atento com o tamanho da coisa, principalmente se suplantar os limites da aceitação.
Abraços.
Apegaua
Caro poeta, muito grato pelo belo comantário.
Abraço.
Excelente reflexão. Até breve!
Grato Leide, por ter gostado. Até breve!
Valeu poeta! Parabéns!!!
Grato pelo comentário amigo Sinvaldo.
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