No pedestal de carne, ela ascende e declina,
Com a majestade de uma divindade arcaica.
Seu corpo, sinfonia que a minha alma ensina,
Na coreografia terna, carnal e heróica.
Meus olhos se deleitam na visão do falo erguido,
Enlaçado em seu templo de desejo e ardor.
Cada pulsar, cada gemido, um pacto revivido,
No altar do prazer, onde nos tornamos um só ser.
Um crescendo de espasmos, o êxtase em fúria,
A vulva pulsante, em união divina com o meu ser.
Atingimos o clímax, a paixão em sua glória,
Num beijo de fogo, que nos faz reviver.
E no abraço final, a quietude se instala,
Nossos corpos exaustos, mas a alma em paz.
O poema termina, mas o amor não se cala,
Na memória gravado, este momento fugaz.
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Autor:
Versos Discretos (
Offline) - Publicado: 20 de março de 2026 12:35
- Categoria: Erótico
- Visualizações: 8
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos, Feiticeira

Offline)
Comentários2
Poema bem escrito e profundo! Gosto muito.
obrigado amigo.
Ótima tarde! Belas palavras, poeta! Abraços poéticos!
obrigado amigo.
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