Quem eu sou? a sombra de quem um dia já foi o sol?, ou será o brilhar da lua?
Para mim isto não importa mais
Quem eu sou e quem eu quero ser depende de mim não de você
Decidi crescer não regredir não preciso de você para me decidir
Se a felicidade é o que tu procuras
Venha até mim, não para lhe trazer felicidade, e sim para te levar para a felicidade
Se solidão é meu destino, que seja
Já que: “Sempre estive lá por eles e ninguém nunca esteve por mim"
Nunca fui especial para ninguém e nem pretendo ser
Abraço a solidão com ternura, porque um dia já senti o mesmo por ela
Prefiro compreender os outros do que ser compreendido
Em um mundo colorido eu sou o que se veste de preto
Quanto mais me alegro mais fico longe da felicidade
Se longe do calor da felicidade não é meu lugar, fico contente que seja com a tranquilidade da mágoa que até hoje carrego no peito
Que minhas lágrimas de prata caiam sobre o solo e formem rosas brancas
Para que assim meu legado não fique em pessoas e sim com a natureza
Já quis ser tudo e mais um pouco mas adivinha oq me falavam “ Isso não dá dinheiro, escolha outra coisa!” Músico? nunca tive sequer uma gota de talento era só a enganação da paixão, que outrora passaria como todas as outras
Então o poeta decidiu ser, expressar o que nunca conseguia expressar com palavras que no fim seria expressado com letras
Mesmo com aquela dor sigo em frente, porque o mundo não está preparado para enfrentar tanta dor em uma só carne
Mesmo sendo “amado” não me sinto acolhido
Dizem que sou um gênio ou um prodígio, mas desacredito porque quando gênio ou prodígio me faziam me sentir o mais egoísta o mundo
Por isso me calei, porque se ser um gênio é ser egoísta então prefiro me calar para ser o “burro” que nunca sabe de nada
O excluído decidi ser porque se ser o “popular” é ser a perspectiva do mundo e dos, outros então a isolação é o meu melhor aliado porque no conforto da tristeza e na, tranquilidade da mágoa eu me sinto eu e não o que o mundo quer que eu seja Escrita livre decidi escrever porque é nela que eu escrevo tudo o que eu nunca expressei com a voz
A escrita me livra dos arames na garganta, o peso no peito e o vazio no coração
Finalizo este poema abraçando a dor, a mágoa e a solidão
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Autor:
Pyetrin (
Offline) - Publicado: 20 de março de 2026 09:49
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Comentários1
Lisonjeado em poder ler isso!
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