LAÇOS, BRAÇOS E ABRAÇOS
Sempre foi bem pequenina
Mas o teu encanto
Sempre fora tão real.
Não vivias assim perdida
Pelos teus tão esquecida
faltando -lhe
até o que lhe fosse mais banal.
Eram todos verdadeiros
os teus amores
Que se punham
a dar-te até em sacrifícios
Mas no teu corpo
imprimiram-se apenas sombras
Tirando-te de ti até as tuas cores.
E nem sequer ao registro dos ofícios
Permitem-te que ainda
tenhas teus valores.
E, pois pequena sibila
Teu olhar que
espraiou-se pelo trilho
Nem sequer é pupila
Sem amigo, sem tutela,
sem curatela, sem filho…
E assim, na ausência
de antigos braços
De fugidios e desconfiados laços
Prende-te a quaisquer delitos
na hipocrisia dos abraços!
VAI SE ENTENDER OS POETAS RSRSRSR
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Autor:
Carlos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de março de 2026 05:51
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
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