Pegou os seus poemas impressos no papel.
Véu cai da alma, sua essência em exposição.
Coração num fio de veia em carretel.
Carrossel: letras, palavras, verso, emoção.
Intenção: era espalhar muito além do céu.
Tropel de sentires da sua inspiração.
Sensação livre, sentimentos em rapel;
Cordel, soneto, haicai, até mesmo uma canção.
Pretensão apenas: bem distante do Nobel.
Escarcéu; sem venda, nem numa promoção.
Percepção desvalor; do fundo vem o fel.
Ao léu jogou seus versos; que decepção!
mão vazia, o dedo acusando: és cartel.
Cruel; tesouro que morre por rejeição.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Olhou o livro de poemas,
Mas o “sistema” disse no ouvido:
É bobagem...
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Autor:
Raquel Ordones (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de março de 2026 22:15
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 6

Offline)
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