Infância, terra batida
Mãos calejadas
Aos 16, a despedida
Mochila nas costas, novas estradas.
Muitos sonhos, porém, inseguro
Havia um chamado
Uma luz no futuro
Antes, o aprendizado.
Caminho árduo, solidão
Paixões intensas, imaturas
O bem, a direção
A fé, a luz nas noites escuras.
Quantas ilusões!
Feri e fui ferido
Tudo são lições
Nada é perdido.
Troquei solidão por solitude
Consciência em paz
Amor-próprio, amiúde
Desistir jamais.
O amor? Ah, o amor!
Não permite ego, nem orgulho
Senão ele, a dor
Nos dois eu me curo.
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Autor:
Pescador de ilusoes (
Offline) - Publicado: 19 de março de 2026 15:04
- Comentário do autor sobre o poema: Este poema nasceu do processo de reconstrução pessoal após uma longa jornada de desafios. Procurei, com palavras simples, traduzir a passagem da dor para o amor-próprio – uma estrada que todos, de alguma forma, percorremos.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
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