Tua carne colada à minha
Pelo calor escaldante do Sol,
Unidas pela frígida Lua.
Tão repentino, tanto desespero
Que são apaziguados, logo assim,
Em honesta, pura promessa.
O sangue então escorre, Mundo,
E umedece a carne de lágrimas.
Tanto caos, tanta dor, meu amor,
Que faz o corpo chorar, contrair,
Então revelar pérolas de amarelo
Que expressam pulsar cardíaco.
Que doído, que cruel, Mundo!
Ter os músculos lacerados, rasgados,
Imperdoados pelo teu prazer danoso
De ver belo corpo tão violentado.
Desejas injustiça para amoroso ser?
Se esta é tua vontade, mate-me!
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Autor:
Pomona Isabela (
Offline) - Publicado: 18 de março de 2026 15:34
- Categoria: Amor
- Visualizações: 1

Offline)
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