Minha alma é celeste
Triste como um pássaro azul
Triste por não ver as estrelas ao anoitecer
Não ver o brilho cair sobre mim
O céu é como eu, suave e belo
Perfeito, sem nenhum arranhão
Nenhuma nuvem fere, mas machuca o coração
Eu me debato em uma gaiola de ilusões
Meu coração é cinza como a grade da minha despedida.
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Autor:
Drica (
Offline) - Publicado: 18 de março de 2026 10:30
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 57
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos, Feiticeira, Sinvaldo de Souza Gino, Luiza Castro

Offline)
Comentários2
Talvez todos nós sejamos um pouco azul
Obrigada por ler, amigo! 🙂
Top das Galáxias o seu estilo! Favoritei o seu belo poema!
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