Me distraio com coisas banais.
Coloco em segundo plano o vazio no meu peito,
preencho com coisas de nós, humanos, meros mortais.
Passa um dia e depois o outro;
até sinto receio de todo esse devaneio.
Vai me tomar por inteiro?
Na Augusto Lima
ou na Rua Rio de Janeiro,
essa dor sempre vem em primeiro.
E mesmo com um devaneio ligeiro,
o vazio ainda me pega por inteiro.
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Autor:
🪻 (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de março de 2026 12:19
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários2
Um vazio criativo!
Adorei !
Abraços
Belo poema embora cheio de nostalgia. Aplausos!
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