Eu atravesso a luz:
Só existo em movimento.
Deixo de ser,
se paro.
Cicuta.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 17 de março de 2026 12:15
- Comentário do autor sobre o poema: Muitas vezes, essa associação é usada para refletir sobre o paradoxo da verdade: ela liberta a alma ou o pensamento, mas o mundo frequentemente responde à verdade com "veneno" (censura, perseguição ou morte). O poema começa na esperança bíblica (Título/Versículo: João 8:32 - inserindo verdade como libertação) e termina na morte socrática (Condenação de Socrates por veneno de cicuta - por não abrir mão da verdade). Entre eles, uma existência que só se sustenta enquanto se move. [Não é um texto para muitos, poucos captam as simples referências - é preciso querer]
- Categoria: SociopolÃtico
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Offline)
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