O IMPÉRIO DA "VOVÓ" (ELEGIA)

Alerrandro Odorico

A casa da minha avó é como Roma em 410… saqueada, tomada, por remédios, fraldas e pó de pés. 

 

 

Meu Deus se o senhor me escuta, me leva pra pra 2018… onde éramos felizes, apesar das diferenças e diretrizes, vovó lúcida era outra, Eu estou enfrentando a queda de um império que foi conquistado com tanto prélio mas não resiste ao tempo e cai por se só sem precisar de um Lúcio Aurélio.

 

 

Augusto foi o meu avô Odorico, Odoacro será a morte, como ela pode ser tão invasiva assim, num império que não se resume a matriarca e patriarca consorte?

 

 

Por fim vem os bárbaros, a família se divide, o império colapsa por si só, cada um vai pra seu lado e seu lide. faz pena ver a minha bisavó tão grande, tão forte, ser escrava da sorte em cima de uma cama

  • Autor: Alerrandro Odorico (Offline Offline)
  • Publicado: 15 de março de 2026 19:31
  • Comentário do autor sobre o poema: Ele é sobre minha bisavó que está ruindo no Alzheimer. É uma tristeza e trago isso nesse poema.
  • Categoria: Triste
  • Visualizações: 3
  • Em coleções: Metáforas.


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