Em cada encontro comigo mesma
Descubro: tive vida bem vivida.
Cedo aprendi a ajudar meu pai na lida.
Fui educada com primor sem ser princesa.
Idos tempos. Tenho saudades
das ilusões dos amores juvenis.
Guardando a pureza,muito perdi.
As ilusões amorosas e toda mocidade.
Saiba meu grande amor da juventude:
meus braços morrerão sem teus abraços.
No meu epitáfio deixo escrito sob forma de lamento,meu grito:
Que pena não haveres provado meus lábios castos.!
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Autor:
Maria dorta (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de março de 2026 12:24
- Comentário do autor sobre o poema: Recordar é viver duplamente o que a memória ainda consente.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Lindo poema!!A juventude voa tão rápido,né?Mesmo jovem ainda eu me sinto perdida às vezes ao perceber o quão rápido passa!!!Adorei seu poema!
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