Sem celular , tablet , internet
No asfalto apê onde passam cavalos e charrete
Soltando pião joelho ralado de quando cai no chão
Uno , dominó , dama
Aquele futebol toda semana
Empinando pipa na laje
Sem esquecer das pescarias
Todos dias
As vezes sem vara sem molinete
Na linhada de mão
Tentava a sorte e pegava vários peixão
Impossível não falar do mar
Aquele mergulho para resfrecar
Ficávamos no sol esperando a roupa secar
Para não chegar em casa e apanhar
Atirar pedra no telhado
Tocar a campainha do vizinho ao lado
Subir no pé jambolão
Até fazer aquela mancha rocha na mão
Ir na venda do seu Zé
Jogar sinuca escondido
E fazer de conta que nada tinha acontecido
Relembrar chinelos perdido
Um tempo onde magro pau de vira tipla o gordo a bola de capotão
Mas todo era unido como irmão
Acordar sem responsabilidade
Viver a felicidade da infância
Saudades dos meus tempos de criança
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Autor:
Cunha neto (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de março de 2026 23:22
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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