O amor é uma droga presente na vivência
Consome a mente vazia e toda sua inocência
Senão suprido leva a abstinência
A mente nunca se sacia ainda na sua presença
O coração fraco ja não tem forças
Sozinho não faz com que, pelo amor, torças
Destroi não mais a solidão mas o desejo
O corpo, pois, não aguenta mais esse almejo
Como o amor transforma-se de benção à maldição
Uma maldição que puxa-te do céu ao chão
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Autor:
PoetaPerdido (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de março de 2026 18:16
- Comentário do autor sobre o poema: Lendo somente a primeira palavra ( e seu artigo, se estiver acompanhada de um ) de cada verso, forma-se uma nova frase não presente na estrutura inicial do poema \r\n\r\n\\\"O amor consome, senão a mente, o coração. Sozinho destroi o corpo como uma maldição\\\"\r\n\r\n Uma frase que reforca a ideia do poema sobre o amor, mostrando-nos que o amor é algo que pode se comparar a uma chama que preenche e ocupa a mente e/ou uma maldição que destroi o corpo
- Categoria: Amor
- Visualizações: 7

Offline)
Comentários1
Curiosíssimo. Vou procurar tal coisa em todos os poemas que ler agora.
Obrigado!!!
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