Afrodite, deusa do amor e da beleza,
A teus pés chegar ela não ousaria;
Pois, se teus cintilantes olhos vissem os dela,
Tua mítica graça se ofuscaria.
Moça tão linda, de rara leveza,
Revela em seus beijos o gosto do amor
E transforma, em silêncio de olhares,
As palavras que um poeta sonhou.
Passeias por campos vestidos de flores,
Num leve bailado que as faz se curvar
À luz que desperta nelas o desejo
De um dia tua graça alcançar.
És minha deusa da beleza e do amor;
Que sorte tive eu quando o escutei:
Seu nome é coração, que então me disse
Que eras tu quem sempre esperei.
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Autor:
Oswaldo Jesus Motta (
Offline) - Publicado: 11 de março de 2026 16:17
- Categoria: Amor
- Visualizações: 9

Offline)
Comentários1
Boa noite poeta! O texto utiliza a figura de Afrodite como ponto de comparação (hipérbole) para elevar a mulher amada acima da perfeição mítica. É um recurso clássico: a beleza real superando a divina. Você transita bem entre o visual (olhares cintilantes, luz) e o físico (gosto do beijo), criando uma imagem de leveza e suavidade. A última estrofe humaniza o poema ao trazer a voz do coração. Ela transforma a admiração distante em uma promessa de destino e espera realizada. A métrica sugere uma cadência musical, ideal para uma leitura em voz alta ou até uma composição melódica. Meu abraço poético.
Um dia de luz e paz, poeta! Gratidão pelas palavras de carinho! Um forte abraço poético!
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