Um embrião embrulhado
Um feto fitado
Um bebê balançado
Não sou meu dono
Nem meu curador
Sou apenas mordomo, mediador
Se eu fosse um pai, seria um destes
Porém nem de meu domínio completo
Eu usufruo
Tenho O dono, Senhor
Sou escravo dEle, por me submeter
E só Ele pode resumir meu padecer
Sub julgo a ele o meu querer
Preciso ainda de arreio
De direção e freio
E que com amor Ele me acalente
E que o remédio para me sarar, seja menos ardente
LUCITA
Num Hospital
expondo fragilidades humanas...
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Autor:
Lucita (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 10 de março de 2026 10:24
- Comentário do autor sobre o poema: Desabafo? Esclarecimento? Ou só uma ponta de inspiração gerada por uma dor ... Não decidi, então fica a dúvida??!
- Categoria: Triste
- Visualizações: 4

Offline)
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