YES
Meu amor, eu desejaria que tu soubesses,
Como eu sofri e o quanto eu chorei...
Quando tive que me afastar de ti eu fiquei
Como uma louca sem chão, sem fé, sem lei!
Meu amor, eu queria que tu me entendesses,
O quanto foi difícil às angústias que passei...
Sempre sonhamos com esse amor, lamentei,
Infelizmente, nos confrontamos, eu bem sei!
Meu amor, acho que perdemos a nossa razão,
Mesmo assim, foi muito bom, quase celeste!
Entre nós, acredito que nunca me esqueceste,
Eu também não te esqueci, não pude, venceste!
Meu amor, quando a saudade chega bem forte,
Eu me envolvo e me possuo na tua intenção...
Lembrando aqueles momentos e a sensação...
Queima, arde, pulsa e acelera este meu coração.
Quisera agora te abraçar e te beijar mil vezes...
Como se fosse à última vez, não importa nada,
O mundo dá muitas reviravoltas na chegada...
Nós iremos caminhar juntos nessa estrada...
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de março de 2026 21:41
- Comentário do autor sobre o poema: Breve análise sobre este poema: No início, você define o estado de perda como estar "sem chão, sem fé, sem lei". Essa tríade comunica uma desorientação total: a perda da base (chão), da esperança (fé) e das regras que regem a vida (lei). É a descrição de um caos emocional após o afastamento. Mesmo diante do confronto e da perda da razão, você classifica a experiência como "quase celeste". Isso reforça a ideia de que o amor vivido foi tão elevado que as dores do presente, embora intensas, não conseguem apagar a beleza do que passou. Na quarta estrofe, a saudade não é apenas um pensamento, é uma reação física. Os verbos de ação — queima, arde, pulsa, acelera — transformam a memória em algo vivo e carnal, mostrando que o tempo não esfriou a paixão. O fechamento traz um tom de resiliência. A imagem da "estrada" sugere que, apesar do afastamento passado, o destino ainda pode convergir.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 34

Offline)
Comentários4
Lindo poema!
Muito bom!
Um excelente final de semana, poeta!
Que lindo! Abraços poéticos!
Um poema amoroso gostoso de ler.
Cara Vilma, até breve!
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