Eu acordei no meio da noite e me toquei que a minha infância já tinha acabado, podia jurar que estava sonhando, estava com medo, que eu estava em 19 então resolvi dar uma volta.
Sucumbindo nos meus próprios pensantes, tentando entender: no porque tá tão ruim? Porque desde que a minha infância acabou a minha vida só desandou!
Eu não acredito que eu tive uma infância como essa e deixei vazar! Eu realmente não aguento mais me leve de volta aqui não é meu lugar... Entre mares e montanhas sem ela não posso existir, meu Deus pra mim é impossível, mas pra ti não me me leve, é logo ali.
Entre rios e ventos eu creio que a saudade será eterna: 17… 18… 19… e 20, é uma luta, é uma eterna guerra! Repensando várias coisas, várias dores que eu passei, várias lutas diárias perdidas e desafios que fracassei.
Mergulhado na angústia e agressividade o que resta é saudade de um tempo bom, faz pena um menino tão forte e tão bravo viver como escravo do seu coração...
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Autor:
Alerrandro Odorico (
Offline) - Publicado: 3 de março de 2026 21:19
- Comentário do autor sobre o poema: Aqui trago uma visão sobre o fim da minha infância
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Lea Odorico
- Em coleções: Metáforas.

Offline)
Comentários1
Infância uma fase muito boa e efêmera também. Parabéns pelo texto poético.
Abraços
Abraço apertado
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