A morte é a saída
Do eterno labirinto,
Lançado no abismo:
Vida.
Não há rastro
Do que era esperado,
Tomados pelo desespero,
Seu único desejo é
Abraçar a saída...
Não importa...
Toda lágrima
É
Solitária.
Vida,
Carregarei até
Ser esquecida,
Talvez não me pertencia.
Busco entender o ritmo
Dessa melodia,
Se algum dia
Me tornasse digna,
Na música repousaria.
As correntes
Vão nos manter
Conscientes,
No final
Não vai ter
Saída,
Vai ser tormenta...
Noite
E
Dia.
-
Autor:
Ana julia Fernandes borba (
Offline) - Publicado: 1 de março de 2026 08:54
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.