Soneto da água cristalina, volume I.

Apegaua



Penso assim.

De toda flor o perfume.

De minha vontade o perdão.

Esgueirando sem nem me consolar nos piores  momentos de solidão.

Ai.

Alma sendo enganada por ser cega e não saber direito raciocinar.

Pois o eu por não se pronunciar.

Esta mais a chutar latas.

Numa demonstração de logica.

Assim como que se a amizade fizesse questão de se afirmar.

E sempre o foi.

Eu que nunca liguei, remando numa canoa furada numa lagoa sem água e pasmem pois até o rema era quebrado.

Seria hora de rever os meus conceitos ou ir boiando com a correnteza em busca do meu sonhado banho de ouro.

Acho melhor continuar como o mau fadado.

O que encalhado por falta de informações.

Numa latitude zerada de incentivos e motivação.

Que fingindo se de ser o próprio Naufragou.

Nos seus mais puros e concretos.

Sentimentos de amor.

Por Apegaua.

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 1 de março de 2026 03:49
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
  • Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.