SAUDADE DO QUÊ?

Edla Marinho



Foram tantas alegrias 
Em cada linha de história 
Cada ano, mês e dia
Posso até dizer de horas

Cada curva e travessia 
Somando muitas memórias
Até quando eu me perdia 
Foram muitas as vitórias 

Houveram, sim, desafios 
A alguns eu me rendi
Outros tantos eu venci

Hoje, no entanto, o vazio 
É por algo que perdi 
Sem saber se existiu 


Edla Marinho 
(21/01/2026)

 

  • Autor: Edla Marinho (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 28 de fevereiro de 2026 13:50
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 17
  • Usuários favoritos deste poema: Apegaua
Comentários +

Comentários3

  • Apegaua

    Bravos, ficou um mimo e o fado acompanhou amei.
    Bom final de semana.
    Apegaua.

  • Apegaua

    Parabéns pelo bom gosto do fado.
    Apegaua.

    • Edla Marinho

      Obrigada!
      Pela leitura e comentário.
      Meu abraço!

    • LEIDE FREITAS

      ?O poema é escrito em uma forma que remete a um desabafo retrospectivo. A rima é constante e o ritmo é cadenciado, sugerindo que o eu lírico está, neste momento, sentado diante da sua própria história, olhando para trás com uma mistura de gratidão pelo que foi vivido e desconcerto pelo que se esvaiu.

      Bom dia, cara poeta Edla Marinho



    Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.