Olho pra você, tão radiante,
Amarelo-diamnete;
Te azulo só de olhar,
Querer amar...!
Meu azul quase preto-urubu
Corcunda á minha nova-cova,
Me depreciando, necrossando...
Mas, até o fim, indo.
Não sei parar,
Nasci para andar-amar.
Arranquei meus olhos,
Chuvar-rios azulados pretamente de dor...
Agora poderei amar-te,
Meu amor.
....
Não sou mais azul-urubu,
Não sou mais um ser, algo....
Não sou nada!
A cova não vi, e nela caí...
Giuseppe N. Gomes

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