Vieste, primordialmente, sem avisar,
surpreendente em teu choro matinal.
Tão pequenina, com teu rosto doce,
tornaste-te elo de alegria e amor.
Teus primeiros passos te encantaram;
corrias pela casa sem cansar.
Dengosa nos braços de tua mãe,
enchias de alívio a nossa dor.
Hoje, aí está a velha Pelusa:
crescida, intrigante,
entusiasmada quando convém,
com tanto ainda a acrescentar.
Teu ciclo hoje se renova;
novos projetos começam a brotar.
Que estejas sempre convicta do amanhã,
reinterpretando o hoje para sonhar.
-
Autor:
Lucivaldo Moreira (
Offline) - Publicado: 26 de fevereiro de 2026 14:00
- Categoria: Família
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.