As lembranças têm acesso livre e vontade própria.
Algumas nos ferem a alma e a contemplam por longo tempo.
Outras desbotam como flores sob o sol forte e morrem.
Mas algumas vêm em dias e noites chuvosos,
e seu gosto doce ou amargo escorre lentamente pelo vidro de nossas almas.
Arthur de Mello Noos
-
Autor:
Guacimar Vieira de Mello Noos (
Offline) - Publicado: 24 de fevereiro de 2026 17:00
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.