Já prometi a mim mesmo
não mais tentar explicar, ao menos,
os motivos que a levaram a não entender
o quanto tenho guardado dentro de mim:
sentimento dilacerante por tal sonho,
de pessoa que o destino traçou distante,
por ironia, quem sabe desprezo,
ou por vontade de Deus...
Já prometi a mim mesmo
esquecer das falsas juras amorosas
que permeavam suas cartas,
palavras que o vento levou...
Já prometi a mim mesmo
esquecer da sua presença
nos dias chuvosos ou ensolarados,
contigo cantando ao luar
músicas de amor sem fim,
momentos eternos de um lindo passado,
fonte de amor, enfim...
Já prometi a mim mesmo
secar cada lágrima dos olhos meus,
ao lembrar que a vida é mais do que penar
por alguém que não me merece,
e que nunca soube o significado
do verdadeiro e puro amar.
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Autor:
Oswaldo Jesus Motta (
Offline) - Publicado: 24 de fevereiro de 2026 16:34
- Categoria: Amor
- Visualizações: 29
- Usuários favoritos deste poema: Geralda Maria Pinheiro Figueiredo Pithon

Offline)
Comentários2
Olá poeta! Desejo que sua noite seja abençoada!
Um belo poema de amor, lamentos e desabafos.
Parabéns por seus versos de mágoa e encantamento.
Meu abraço poético!
Um dia abençoado e gratidão pelas palavras de carinho, Poetisa. Abraço poético!
Fonte de amor, enfim...
Profundoooo!
Parabéns poeta!
Querida Poetisa, grato pela leitura e carinho de sempre! Abraços poéticos!
Linda noite!
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