O tempo é uma moeda de troca do amanha
O amanhã mata o presente
Emperra sonhos
Não viva a vida com os olhos fechados
Tarde será no último instante
Abrir os olhos para o mundo como era
Sentir o que sente na singularidade
Tudo que pode ser retirado
Teu não lhe pertencia
Aprecie a escuridão e não anseie
O instante é um micro momento
Faca da vida sucessivos instantes
Mascarados nas loucuras vibrantes
Vista relaxada assim repousa
Vagueava e julgava se raposa
Imagno Velar
-
Autor:
Imagno Velar (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de fevereiro de 2026 03:34
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.