Sim, eu quero escapar
Me impedir de afundar
Nade, nade, nade.
Longos anos a dormir
Fecho os olhos, chego aqui
Nade, nade, nade.
As mil jardas vêm acordar
Ao abrir, dominar
Finja, finja, finja alegria.
Mais esforço coloquei
Minhas pernas desloquei
Toquei então, o fundo do mar
Se eu olho para o abismo
Ele me olha de volta e diz:
"Aqui tu já estás. Permanece".
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Autor:
vk_noctur (
Offline) - Publicado: 22 de fevereiro de 2026 14:32
- Comentário do autor sobre o poema: Doces ilusões...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
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