Meno Maia Jr.

Verdade virtual?


Vida verdadeira ou verossimilhança da realidade virtual
Que embala as virtudes vingativas de uma verdade
Escondida nas veias vulgares de sua vassalagem imoral?
Medo de viver verdadeiramente a liberdade
Ou preferes toli do outro a opinião, não com argumento,
Mas pela velha vaidade que, como verme, consome sua alma
E a transforma em um monte de excremento?


Sou de carne, sangue e ossos
E posso ser ainda assim
Uma mulher virtual
Já que tal cocondição
É legal jurídicamente.
Nos dias de hoje imaginação
Permite na criação patentada
Ter un nome pra ser acessada
Digitada uma senha
Derivam corpus individuais.
Aparências reais e seres
nada materiais.
Posso ter até formas animais...
Tera limites poderes virtuais?


Um poder que engana na chama da ganância
E na covardia daqueles que escondem o rosto
Para postarem o veneno de repugnante mal gosto!
Destrutivo e inquisidor da tolerância.
Não aceitam nem respeitam a opinião alheia
Apenas espreitam o resultado da mentira plantada
Para rir e vangloriar-se no momento da vil Colheita veiculada nos veículos virtuais.



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.