Ei, psiu...
Sim, é com você que eu quero falar
E dizer que sinto falta dos abraços,
Daquele sorriso falante,
Dos olhos radiantes
Que me deixaram mudo
Em fração de segundo.
Ei, você...
Foi sublime sentir teu calor,
Teu toque, carinho, suspiro,
Que, acobertados pela brisa,
Transformaram breve instante em eternidade.
Ei, saudades...
De tuas mãos deslizando em minhas costas,
Da respiração quente em meu pescoço,
Dos corações em compasso perfeito,
Que fizeram nascer felicidade em minha alma.
Ei, meu anjo...
Diga-me se és real
Ou apenas ilusão,
Nos diálogos intermináveis do silêncio,
Em meio à emoção duradoura.
Ei, como eu queria...
Agradecer-te por existires,
Por tua companhia, força e palavras,
Que jamais deixaste de oferecer
E sempre me alegraram.
Ei, não vá...
Vem a mim e desperta
O desejo de permanecer,
De parar o tempo em teus braços,
Acordado, não mais sonhando.
Ei, não chores...
Pois, por pior que seja tua dor,
Afirmo que não é maior
Que a solidão da tua ausência,
Que me dilacera sem piedade.
Ei, desnecessário é...
Dizer meu nome.
Mas, se quiseres, podes chamar-me
De pétala, orvalho, céu, oceano,
Ou, simplesmente, de amor.
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Autor:
Oswaldo Jesus Motta (
Offline) - Publicado: 21 de fevereiro de 2026 15:22
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3

Offline)
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