A uma estrela

Oswaldo Jesus Motta

Você, estrela esculpida por Deus e lapidada pelos anjos da beleza, ensinou o que é amar e o que é o amor. Olhar fascinante, que brilha mais do que o mais radiante dos astros, seduz... Moça alta, de rosto rosado, olhos castanhos claros, cabelos sedosos, macios, longos e pretos, como a mais rara das pérolas ou o belo reflexo em um espelho.

Bem sei que nunca poderei tê-la ao meu lado, pois não teria paz. Menina sublime que atrai tantos olhares, ainda que seu sorriso me traga a calma da brisa do mar. Intensa e de raro fascínio, encanto divino, como posso traduzir seu rosto sem jeito quando recebe o mais singelo dos elogios!?

Diga que é mentira, que nunca a vi, pois não saberei viver apenas como amigo. Sim... desejo que solte seus braços que me abraçam e deixe que flutuem pelo meu corpo, tal como minhas mãos em seu rosto. Deixe que eu me perca em suas curvas, na pele macia em que minhas mãos passeiam com a mais intensa vontade, como rio que corre para o mar... doces anseios.

Bela e sinônimo de sedução, cujo nome está guardado dentro do meu peito como, do amor, uma linda canção: melodia em corpo, letra no sorriso. Não sei se me ensinaram a viver, mas aprendi a reconhecer o amor que você exala na mais pura essência, delicada e encantadora pétala de flor.

  • Autor: Oswaldo Jesus Motta (Offline Offline)
  • Publicado: 20 de fevereiro de 2026 11:05
  • Categoria: Carta
  • Visualizações: 3


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.