EXAUSTÃO

Miguel Candumbo Celestino Magalhães

Lembra-te de mim quando partir

Pós de mim não sobrará nada, a não ser o pó de que tanto me gabei...

 

                      ...Na vida e na morte

Lembra-te de mim!

 

Nos falsos e nos verdadeiros que estarão contigo,

Contando mentiras de uma vida que não mas me pertence, e as Verdades ocultas travadas polos dentes

Brindemos aos falsos sorridentes, aos hipócritas ao zero ao nada

 

Lembra-te de mim!

Morrer é dormir, dormir é esquecer

 

Esquecer gente que conheço nesta vida que vivi

Mas não me esquecerei da promessa eterna

De anjos cantando, santo!

 

Não morri porque quis 

Fui obrigado pela natureza, livrar-me deste corpo cansado

Que não mas serve e atingi a imortalidade. 

  • Autor: Negro Poeta (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 17 de fevereiro de 2026 14:22
  • Comentário do autor sobre o poema: PAz e Graça
  • Categoria: Amor
  • Visualizações: 1


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