Lembra-te de mim quando partir
Pós de mim não sobrará nada, a não ser o pó de que tanto me gabei...
...Na vida e na morte
Lembra-te de mim!
Nos falsos e nos verdadeiros que estarão contigo,
Contando mentiras de uma vida que não mas me pertence, e as Verdades ocultas travadas polos dentes
Brindemos aos falsos sorridentes, aos hipócritas ao zero ao nada
Lembra-te de mim!
Morrer é dormir, dormir é esquecer
Esquecer gente que conheço nesta vida que vivi
Mas não me esquecerei da promessa eterna
De anjos cantando, santo!
Não morri porque quis
Fui obrigado pela natureza, livrar-me deste corpo cansado
Que não mas serve e atingi a imortalidade.
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Autor:
Negro Poeta (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de fevereiro de 2026 14:22
- Comentário do autor sobre o poema: PAz e Graça
- Categoria: Amor
- Visualizações: 1

Offline)
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