Poeta não define; alma paradoxal.
É natural, sem cor; aparência não importa.
Comporta dentro uma sacada genial;
Pessoal, mas é transferível; e conforta.
Transporta para o papel seu emocional.
Varal que com o seu vento, na gente toca,
Choca; é sem contornos e transcendental.
Termal; e parece coisa de anjo essa troca.
E convoca a sua essência, estende de fato;
Ato sem mãos, dedos; que aos olhos: encanta.
Decanta na divisa com a escrita; tato.
Olfato nos versos; se atinge, não adianta;
Planta na gente semente que vira mato;
Imediato; não aperta mão, mas garganta.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Um afago às meninas e aos meninos poetas e não poetas; imensamente agradecida pelas leituras e comentários! Xêro minêro!
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Autor:
Raquel Ordones (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de fevereiro de 2026 22:26
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 2

Offline)
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