Sempre estranha, sempre única,
não sou a linha reta que esperam,
sou a curva inesperada,
o caminho solitário que floresce.
Enquanto eles se movem com pressa,
eu me observo, sem pressa de ser.
O mundo não entende a minha dança,
mas minha alma se encontra no ritmo que crio.
Eles me veem de longe,
mas sou mais do que podem enxergar.
Minha essência brilha,
sem precisar da luz deles para existir.
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Autor:
MAISA NALAPE (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 14 de fevereiro de 2026 18:03
- Comentário do autor sobre o poema: É um poema sobre pertencimento interno, não externo — e isso o torna muito maduro.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
- Em coleções: Maisa Nalape.

Online)
Comentários1
Uma construção poética muito inteligente.
Bom sermos a curva inesperada... sermos uma linha recta, para além de ser previsível é muito monótono e sem sabor!
Palavras sabias . sensacional
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