Estou parado na calçada da sua casa,
Ardendo em chamas, louco pra te abraçar.
Mas como demora esse “já vou descer”,
E um segundo vira século para esperar.
Esse banho cheiroso me deixa bobo,
Seu perfume me incendeia de paixão.
O seu olhar é um convite ao proibido,
E o beijo, mais que doce tentação.
Vem logo, vem correndo me encontrar,
Já não suporto, estou sofrendo de saudade.
Vem sentir meu coração descompassado,
Ser minha estrela, minha felicidade.
Não me faça esperar, não me faça sofrer,
Deixe a timidez, estou querendo você.
Não me faça esperar, não me faça sofrer,
Eu só quero me entregar, te fazer delirar.
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Autor:
Oswaldo Jesus Motta (
Offline) - Publicado: 12 de fevereiro de 2026 15:51
- Categoria: Amor
- Visualizações: 54
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários3
Um bonito poema!
Abraços
Gratidão, poeta! Abraços!
Boa noite poeta! Seu poema é uma súplica amorosa ardente e inquietante.
Meus parabéns! Abraço poético.
Muito obrigado, Poetisa! Abraço poético!
me lembrou Antoine de Saint-Exupéry:
"Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz."
Gratidão, Poeta! Abraços poéticos.
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