Estranha em meu brilho

MAISA NALAPE

Sempre estranha, sempre única,

não sou a linha reta que esperam,

sou a curva inesperada,

o caminho solitário que floresce.

 

Enquanto eles se movem com pressa,

eu me observo, sem pressa de ser.

O mundo não entende a minha dança,

mas minha alma se encontra no ritmo que crio.

 

Eles me veem de longe,

mas sou mais do que podem enxergar.

Minha essência brilha,

sem precisar da luz deles para existir.

  • Autor: MAISA NALAPE (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 11 de fevereiro de 2026 07:30
  • Comentário do autor sobre o poema: O poema fala sobre ser inteiro mesmo quando não se é compreendido — e faz isso com delicadeza, não com ruído.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
  • Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
  • Em coleções: Maisa Nalape.
Comentários +

Comentários1

  • Arthur Santos

    Belo poema. Sim a delicadeza faz parte da poesia mas muitas vezes a poesia tem de gritar como forma de luta contra injustiças!

    • MAISA NALAPE

      É verdade. Na poesia posso libertar o quero expressar. É única maneira que eu sinto realmente bem.



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