Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
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Cada palavra que escrevo é gravada
Num livro universal do mundo inteiro
Em cada página a sorrir se sou amada
Em cada página a chorar sou cativeiro!
Cada palavra que falo no verbo da vida
São rendas a bordar os meus desejos
Num sopro de brisa que vê na partida
Abraços e sonhos levados num beijo!
Todas as palavras são eternas melodias
Que se perdem no tempo – noite e dia
Que se esvoaçam sem querer voltar;
As palavras não dizem o que sinto...
Se às vezes são reais, noutras minto...
Jamais confessam ao mundo meu pesar!
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 8 de fevereiro de 2026 21:04
- Comentário do autor sobre o poema: Um soneto antigo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 44
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos, Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários2
Qauantas vezes nos faltam palavras... a vida funciona assim.
Belo poema.
Olá poeta! É verdade. Às vezes, o silêncio fala mais do que mil palavras.
Grata pelo comentário. Meu abraço fraterno.
Um poema gostoso. Foi um prazer ler-te. Até breve!
Boa noite poetisa! Fico feliz e grata por seus comentários e carinho.
A recíproca é verdadeira. Meu abraço afetuoso.
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