Agouro

Apegaua



Saudade.

Não se compra.

Por se receber por parte.

Mau que nos aruina.

Corroendo nos aos poucos.

Agregando se aos pensamentos.

Para não nos fazer esquecer.

Mostrando nos a falta que não mais nos satisfaz.

E vou.

Tão triste pelo mundão de meu Deus.

Já nas costas não carrego os trastes.

E nem mais ando de pé fincados.

Rolo feito pedras num rio.

Aos turbilhões.

Sem nem saber o por que que na cabeça sempre me vem a sua imagem.

Se tanto tento vos esquecer.

Afastando me desse mau querer.

Que só me faz sofrer.

Chegando ao bel prazer.

Por bater sem avisar.

Ignorando o limite por nos fazer chorar.

 

Obs.

Se a primeira parte, já fica isenta por se ler.

Suprimo a segunda por falta da devida atenção.

E se nada mais disse.

Pelo meu Deus.

Assino e dou fé.

AP.

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 8 de fevereiro de 2026 06:17
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 2


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.