Você me avisou com o olhar
Mas eu só quis me afastar
Achando que amor era prisão
Hoje sou refém da solidão
As paredes sabem teu nome
Cada canto repete teu tom
E o silêncio aqui dentro me consome
Como se você ainda vivesse no som
Se eu pudesse voltar no tempo
Apagar cada palavra sem sentimento
Mas tudo que fiz…
Hoje vive em mim como cicatriz
Eu sou a sombra do que te feriu
O abraço que falhou quando você caiu
Agora choro entre memórias e fantasmas
Num castelo feito de promessas rasgadas
Ecoam gritos que eu não quis ouvir
E você… que eu deixei fugir
Hoje sou só um quarto vazio
Cheio de arrependimento e frio...
Se eu te ver em outro alguém sorrir
Talvez aprenda o que é partir
Mas no meu peito, o tempo não passou
Você ficou, mas tudo se apagou
Fechei portas que você abriu
Joguei fora o que me construiu
Agora varro os cacos no escuro
Pagando o preço de um amor tão puro
Se um dia voltar… não vai me reconhecer
Só vai encontrar o que sobrou de um ser
Cheio de falhas, cheio de medo
Que amou errado... e ficou no segredo
Eu sou a sombra do que te feriu
O abraço que falhou quando você caiu
Meu castigo é lembrar todo dia
Que o amor foi embora... e a culpa é minha
Ecoam gritos que eu não quis ouvir
E você… que eu deixei fugir
Hoje sou só um eco sem abrigo
Sofrendo… por ter sido inimigo...
Você me avisou com o olhar
Mas eu só quis me afastar
Achando que amor era prisão
Hoje sou refém da solidão
As paredes sabem teu nome
Cada canto repete teu tom
E o silêncio aqui dentro me consome
Como se você ainda vivesse no som
Se eu pudesse voltar no tempo
Apagar cada palavra sem sentimento
Mas tudo que fiz…
Hoje vive em mim como cicatriz
Eu sou a sombra do que te feriu
O abraço que falhou quando você caiu
Agora choro entre memórias e fantasmas
Num castelo feito de promessas rasgadas
Ecoam gritos que eu não quis ouvir
E você… que eu deixei fugir
Hoje sou só um quarto vazio
Cheio de arrependimento e frio...
Se eu te ver em outro alguém sorrir
Talvez aprenda o que é partir
Mas no meu peito, o tempo não passou
Você ficou, mas tudo se apagou
Fechei portas que você abriu
Joguei fora o que me construiu
Agora varro os cacos no escuro
Pagando o preço de um amor tão puro
Sua morte é minha diversão
Diz o eco da minha mão
Que empurrou o que eu mais amava
Na fria noite que me calava
Carrego o peso dessa sentença
Entre sombras e consciência
Cada lágrima é um castigo
Por ter perdido o que era abrigo
Se um dia voltar… não vai me reconhecer
Só vai encontrar o que sobrou de um ser
Cheio de falhas, cheio de medo
Que amou errado... e ficou no segredo
Eu sou a sombra do que te feriu
O abraço que falhou quando você caiu
Meu castigo é lembrar todo dia
Que o amor foi embora... e a culpa é minha
Ecoam gritos que eu não quis ouvir
E você… que eu deixei fugir
Hoje sou só um eco sem abrigo
Sofrendo… por ter sido inimigo...
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Autor:
Negão 2.0 (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de fevereiro de 2026 15:20
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
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