Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
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Ama-me meu amor, e por que não?
Fúlgidos rubis entontecidos...
São os meus nos teus lábios unidos
Meu coração dentro do teu coração!
É uma febre-terçã que de mansinho
Toma todo nosso corpo, a Alma...
Aos poucos se esvai e se acalma
A febre, o rubor devagarzinho...
Amemos meu amor, que tudo passa,
Célere como o dia... me abrasa!
Deixa-me presa aos sonhos teus;
Amemos meu amor, que o mundo é vão,
Beija-me! A fumaça é a ilusão...
A saudade tua, os devaneios meus!
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 4 de fevereiro de 2026 16:57
- Comentário do autor sobre o poema: Este é um soneto que faz parte da minha coleção antiga e participou também da coletânea de 2001: Poetas Notívagos no site da Magriça.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 94
- Usuários favoritos deste poema: Melancolia..., Arthur Santos
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
Comentários3
Arrebatado pela intensidade dos versos e pela delicadeza com que o sentimento é revelado. A forma como você descreve o amor, ora febril, ora sereno, me envolveu completamente e fez pulsar minha própria emoção. É um poema que me prende pela beleza e pela força de cada imagem criada. Parabéns!
Gratidão pelo comentário, tudo de bom pra você.
Que bom ler versos tão afaveis.
Excelente dia, poeta!
Grata por seu comentário poeta!
Tenha um dia abençoado.
O verso... (Meu coração dentro do teu coração!) resume uma grande verdade.
O amor é isso mesmo!
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