AMA-ME MUITO!

Vilma Oliveira


Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES


Ama-me meu amor, e por que não?

Fúlgidos rubis entontecidos...

São os meus nos teus lábios unidos

Meu coração dentro do teu coração!

 

É uma febre-terçã que de mansinho

Toma todo nosso corpo, a Alma...

Aos poucos se esvai e se acalma

A febre, o rubor devagarzinho...

 

Amemos meu amor, que tudo passa,

Célere como o dia... me abrasa!

Deixa-me presa aos sonhos teus;

 

Amemos meu amor, que o mundo é vão,

Beija-me! A fumaça é a ilusão...

A saudade tua, os devaneios meus!

    

  • Autor: Vilma Oliveira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 4 de fevereiro de 2026 16:57
  • Comentário do autor sobre o poema: Este é um soneto que faz parte da minha coleção antiga e participou também da coletânea de 2001: Poetas Notívagos no site da Magriça.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
  • Em coleções: Sonetos.
Comentários +

Comentários1

  • Oswaldo Jesus Motta

    Arrebatado pela intensidade dos versos e pela delicadeza com que o sentimento é revelado. A forma como você descreve o amor, ora febril, ora sereno, me envolveu completamente e fez pulsar minha própria emoção. É um poema que me prende pela beleza e pela força de cada imagem criada. Parabéns!



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