Sem solução pra problemas, me sinto estagnado,
e ao mesmo tempo sendo empurrado por algo.
Eu não consigo me mexer,
mas também não consigo ficar parado.
Tô dentro de um ciclo.
Sinto como se eu tivesse pisado em falso.
É impossível não cair em um ciclo,
mas o difícil mesmo é não se apegar a algo.
Me apeguei nos meus pecados
e pequei muito.
Mas como eu vou mudar algo
que eu faço por intuito?
Mal ou bem,
dita seja a Eva,
pois ela que comeu o fruto amaldiçoado.
E hoje eu não sei mais decidir
se é ele que ainda não me faz o bem.
Por culpa dela,
metade do que eu faço é errado.
Por culpa dela
Hoje eu saio na rua cometendo pecados.
Vou te falar uma fita:
eu não nasci Jesus,
mas pelo visto eu fui crucificado também.
Mas eu ainda tenho escolhas…
Ah, Viu, é por isso que eu não compreendo a morte.
Eu quase nunca sei dar ponto final em nada.
Sempre que eu dou um ponto final
eu tenho que soltar a última palavra.
Mas é aí que tá:
querendo sempre ser o último…
serei eu o último a me amar?
-
Autor:
castrovsk (
Online) - Publicado: 4 de fevereiro de 2026 09:58
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
- Em coleções: Muita alma e muita arte..

Online)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.