Julgado pelo vento, invadido pelas folhas que saem voando
Sem expressão, eu não consigo acreditar facilmente em alguém, muitas vezes nem em mim
Posso estar com muitas coisas dentro, mas nunca vou deixar a sinceridade de lado
Entrando e saindo pela mesma porta, para tantas pessoas fui de conhecido a desconhecido
Meu coração quer estar alto, então não odeio ninguém
Não há inveja, ciúme ou ódio, não quero isso para mim
Ajudo quem posso, faço o que posso, deixo sair quem posso
Com o tempo precioso não preciso que seja gasto com gente superficial
Vou esperar calmamente pela minha vez
Mesmo que a fila seja muito grande
Estive muitas vezes perdido, olhando para baixo e esperando que algo viesse
Tenho poucos amigos, conto nos dedos os que estão comigo
Poucos sorrisos, prezo pela minha paz
Tenho palavras afiadas na minha mente, mas não quero machucar ninguém
Sem ameaças, sem segundas intenções, pouco sociável, mas não anti social
Aprendi a andar sozinho desde cedo, estou aprendendo a caminhar no escuro com os olhos vendados
Não é sobre dinheiro, nem sobre quem faz o que
Apenas quero formar uma família, para chamar de minha
Estou olhando para o alto, para não me arrepender depois
Sem orgulho, sem acidez, quero uma vida que reflita o meu caráter...
-
Autor:
Marsh (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de fevereiro de 2026 19:16
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: LF Text
- Em coleções: Melhores poemas.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.