Vou correr sempre contigo...
Por que o "sujeito" tá virando morador?
Você tá nas páginas do meu delírio.
Ah, minha dor tentando... te rejeita.
Será que é passivo? Ou agressivo?
O pavor de uma rejeição.
Infelizmente, isso não é comigo.
Tá negativo.
Me perdi no escuro...
Ou me largaram lá?
Isso é um insulto! Um absurdo!
Odeio o reflexo desse seu medo.
Tem tantas cicatrizes...
E o furacão? Ainda não passou.
Oh, minha bela confusão:
Tô de castigo,
Preenchido com a dor.
Se me aparece, me cativa com o seu amor.
Então, de repente...
Me encontro no paraíso!
Cheiro doce como flores.
Acordo puxado pelo cenário,
E o fim? Já é bem claro.
Escrevo as poesias
Como se fosse meu "diário".
O amor me condenou
A andar na dor.
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Autor:
Ana julia Fernandes borba (
Offline) - Publicado: 1 de fevereiro de 2026 09:32
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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