O Diário do Condenado

Ana julia Fernandes borba

Vou correr sempre contigo...

Por que o "sujeito" tá virando morador?

Você tá nas páginas do meu delírio.

 

Ah, minha dor tentando... te rejeita.

Será que é passivo? Ou agressivo?

O pavor de uma rejeição.

 

Infelizmente, isso não é comigo.

Tá negativo.

Me perdi no escuro...

Ou me largaram lá?

Isso é um insulto! Um absurdo!

 

Odeio o reflexo desse seu medo.

Tem tantas cicatrizes...

E o furacão? Ainda não passou.

 

Oh, minha bela confusão:

Tô de castigo,

Preenchido com a dor.

 

Se me aparece, me cativa com o seu amor.

Então, de repente...

Me encontro no paraíso!

 

Cheiro doce como flores.

Acordo puxado pelo cenário,

E o fim? Já é bem claro.

 

Escrevo as poesias

Como se fosse meu "diário".

O amor me condenou

A andar na dor.

  • Autor: Ana julia Fernandes borba (Offline Offline)
  • Publicado: 1 de fevereiro de 2026 09:32
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 2


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.