Aceita-me Assim!
Calado e frio como a madrugada ...
Infeliz e indiscreto como a noite
funda ...
Aceita-me Assim!
Árido como a terra e gelado
como a água ...
Desiludido e triste como gentes
sem destino ...
Aceita-me Assim!
Sem vontade de viver ou esperança
de me amar ...
Talvez indeciso ou indiferente como
o vazio que está em mim ...
Aceita-me Assim!
Porque nunca soube ser de outro modo ...
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 31 de janeiro de 2026 09:07
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
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